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Em Busca da Pedra Filosofal e do Elixir da Longa Vida
Sinopse:
Que visionários era messes que, ao longo de milênios, se disseram capazes de transformar chumbo em ouro com a ajuda da Pedra Filosofal e de viver centenas de anos graças ao Elixir da Longa Vida?
Homens de todas as classes, procedências e condições econômicas dedicaram-se à alquimia: nobres, plebeus, burgueses, criminosos, religiosos, santos e até um papa! Seriam eles adeptos, iluminados, filósofos, feiticeiros, adivinho... ou impostores?
Quem eram, e o que fizeram, OS ALQUIMISTAS?
ORELHA:
Tão atual nos dias de hoje quanto no ano de sua primeira publicação, 1842, este brilhante ensaio do escritor escocês Charles Mackay (1814-1889), ao invés de traçar um painel da alquimia e de seus dogmas, como tantos outros já fizeram, propõe-se a retratar os homens que devotaram suas vidas estudando e praticando a alquimia. Alguns desses retratos são apenas esboços; outros são esboços repletos de anedotas e outros ainda constitui pequenas biografias; mas todos foram pintados com notável lucidez e um humor irreverente que não poupa o mais eminente desses filósofos obcecados pela fortuna e pela imortalidade.
Resenhas Editoriais:
Em busca da riqueza e da imortalidade
Não se sabe ao certo quando a alquimia - ou a busca da Pedra Filosofal, que transforma todos os metais em ouro, e do Elixir da Longa Vida - teve origem. Sabe-se que o interesse pela procura da Pedra e do Elixir começa a difundir-se no século 8, através do filósofo árabe Abou Moussah Djafar, conhecido como Geber e durante muito tempo tido como o "pai da alquimia". No entanto, os iniciados em filosofias esotérica insistem que Noé conhecia os segredos do Elixir, do contrário não teria gerado filhos com mais de 500 anos idade. Shem, ou Quem, filho de Noé, teria sido um dos adeptos da arte e alguns acham provável que a palavra "química" e "alquimia" derivam de seu nome. Também Moisés é tido como um poderoso alquimista, técnica que teria aprendido com os egípcios. A maior prova disso seria uma passagem do Êxodo, na qual é relatado que Moisés pegou o bezerro que o povo de Israel adorava, reduziu-o a pó e "espalhou-o sobre a água e fez com que os filhos de Israel a bebessem". Os alquimistas argumentam que Moisés só conseguiu fazer o ouro diluir-se na água porque conhecia o segredo da Pedra Filosofal. Muitos sábios dedicaram-se a esta busca incessante pela imortalidade e riqueza, dentre eles Paracelso, Santo Tomás de Aquino e Roger Bacon. Em "Os alquimistas", Mackay faz um retrato dos principais homens que se dedicaram a essa busca. O livro, publicado originalmente em 1841, é considerado um clássico do gênero pela isenção com que o autor trata os aficcionados por essa "ciência" que atormentou os maiores sábios do mundo por mais de mil anos. --por Cícero Solimões
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